Aller au contenu principal
Accès ouvert déclaré 2026 article

Intervenção estatal na família: limites de atuação e caminhos de adequação dos litígios familiares envolvendo crianças e adolescentes

0Citations signalées — pas une note de qualité
1Institutions déclarées
1Pays d’affiliation déclarés

Résumé fourni par la source

Este artigo propõe uma nova compreensão sobre a intervenção estatal nas dinâmicas familiares, com ênfase na formulação de soluções adequadas para conflitos que envolvam crianças e adolescentes. Analisa-se a inserção do Estado no âmbito familiar, com especial atenção à atuação do Poder Judiciário na alocação desses processos, seus impactos e desafios. O texto também explora o potencial dos Conselhos Tutelares como instâncias integradas ao movimento do sistema de justiça multiportas, aptas a contribuir para a extrajudicialização de conflitos e para a política de “desjudicialização” promovida pelo Conselho Nacional de Justiça. Discute-se, ainda, a complexidade dos conflitos familiares, tanto para as partes envolvidas quanto para os profissionais que atuam na área, destacando-se os fatores que mantem o protagonismo do Conselho Tutelar. Argumenta-se se essa instituição pode constituir um importante instrumento estratégico para políticas públicas voltadas ao apaziguamento dos conflitos familiares, à promoção da autonomia familiar e ao fortalecimento de uma cultura de conciliação e redução de litigiosidade.

Ce résumé expose les affirmations des auteurs. BNTIC ne l’interprète pas comme une validation indépendante des résultats.

Contrôle bibliographique ouvert

La source scientifique ouverte est momentanément indisponible.

Institutions déclarées

Une affiliation ne permet pas de déduire la nationalité d’un auteur.

Sujets associés

Brazilian Legal IssuesAcademic Research in Diverse FieldsYouth, Drugs, and Violence

BNTIC News n’est pas le producteur de ces données. Exploration à la demande auprès d’OpenAlex, avec contrôle bibliographique public par Crossref. Aucun service payant requis, aucune réponse conservée. Sources et limites.