PADRÕES ALIMENTARES COM PREDOMINÂNCIA DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS E SUA ASSOCIAÇÃO COM A DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO E O ESÔFAGO DE BARRETT NA ATENÇÃO BÁSICA
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Objetivo: Analisar a associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e o desenvolvimento da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e do Esôfago de Barrett (EB), focando na atuação da Atenção Básica à Saúde. Metodologia: Revisão integrativa da literatura realizada nas bases PubMed, Scopus, Web of Science, SciELO e LILACS, com recorte temporal de 2020 a 2025. Foram selecionadas 26 referências, incluindo artigos e diretrizes de sociedades médicas. Resultados e Discussão: Os dados indicam que dietas ricas em ultraprocessados aumentam em 40% o risco de DRGE persistente devido ao relaxamento do esfíncter esofágico e à presença de aditivos químicos que fragilizam a mucosa. A obesidade abdominal e a disbiose esofágica, decorrentes desse padrão alimentar, favorecem a progressão para o Esôfago de Barrett. Intervenções educativas e a atuação interprofissional na Atenção Básica demonstram reduzir a recidiva de esofagites em 30%. Conclusão: O nexo causal entre ultraprocessados e danos esofágicos exige que a vigilância alimentar seja a primeira linha de cuidado no SUS, visando mitigar riscos de neoplasias e reduzir a dependência farmacológica.