Accès ouvert déclaré
2021
article
Resuscitation fluid practices in Brazilian intensive care units: a secondary analysis of Fluid-TRIPS
Flavio Geraldo Rezende de Freitas, Naomi E. Hammond, Yang Li, Luciano Cesar Pontes de Azevedo, Alexandre Biasi Cavalcanti, Leandro Utino Taniguchi, André Gobatto, André Miguel Japiassú, Antonio Tonete Bafi, Bruno Franco Mazza, Danilo Teixeira Noritomi, Thiago Martins Santos, Tiago Smith, Ulysses V A Silva, Valnei Bento Damasceno, Vandack Alencar Nobre Junior, Vicente Cés de Souza Dantas, Vivian Menezes Irineu, Viviane Bogado, Wagner Luís Nedel, Achilles Rohlfs Barbosa, José Onofre de C Sobrinho, Walther Campos Filho, William Viana, Wilson de Oliveira Filho, Wilson Martins Delgadinho, Simon R. Finfer, Flavia Ribeiro Machado, Adriana Ventura, Ailson Faria de Souza, Alexandre Francisco Silva, Alexandre Toledo, Jose Terceiro de Paiva Bezerra, Aline Abreu de Sousa Reis, Allan Christian Cardoso Cembranel, Alvaro Rea Neto, Ana Lúcia Gut, Ana Patricia Pierre Justo, Ana Carolina Rozendo Ferreira dos Santos, André Luiz Figueiredo de Albuquerque, André Scazufka, Antonio Babo Rodrigues, Bruno Bonaccorsi Fernandino, Juliana Apolônio Alves, Bruno Gonçalves Silva, Bruno Valle Pinheiro, Bruno Vilela Costa Pinto, Carlos Augusto Ramos Feijó, Carlos de Abreu Filho, Carlos Eduardo da Costa Nunes Bosso, Carlos Eduardo Nassif Moreira, Carlos Henrique Ferreira Ramos, Carmen Tavares, Cidamaiá Arantes, Juliana Rodrigues Ferreira, Cintia Grion, Ciro Leite Mendes, C Kmohan, Cláudio Piras, Cristine Pilati Pileggi Castro, Cyntia Lins, Daniel de Oliveira Beraldo, Daniel Fontes, Daniela Boni, Débora Castiglioni, Jussara Figueiredo Gomes, Denise de Moraes Paisani, Durval Ferreira Fonseca Pedroso, Ederson Roberto Mattos, Edgar de Brito Sobrinho, Edgar M. V. Troncoso, Edison Moraes Rodrigues Filho, Eduardo Enrico Ferrari Nogueira, Eduardo Leme Ferreira, Eduardo Souza Pacheco, Euzebio Jodar, Karina Midori Sato, Evandro L. A. Ferreira, Fabiana Fernandes de Araujo, FABIANA SCHUELTER TREVISOL, FÁBIO FERREIRA AMORIM, Fabio Giannini, Fabrício Primitivo Matos Santos, Fátima Buarque, Felipe Gallego Lima, Costa, Fernando de Oliveira, 1962-, Fernando Cesar dos Anjos Sad, Karine Becker Gerent, Fernando Graça Aranha, Fernando Ganem, Flavio Callil, Francisco Flávio Costa Filho, Frederico Toledo Campo Dall´Arto, Geovani Enrique Cogollo Moreno, Gilberto Friedman, Giulliana Martines Moralez, Guilherme Ciribelli Fernandes da Silva, Guilherme Brum Rodrigues da Costa, Kathia Margarida Costa Teixeira, Guilherme Silva Cavalcanti, Gustavo Navarro Betônico, Helder José Lima REIS, Helia Beatriz N. Araujo, Helio Anjos Hortiz Júnior, Hélio de Seixas Guimarães, Hugo C. A. Urbano, Israel Silva Maia, Ivan Lopes Santiago Filho, Jamil Farhat Júnior, Katia Aparecida Pessoa Conde, Janu Rangel Alvarez, Joel Tavares Passos, Jorge Eduardo da Rocha Paranhos, José Aurelio Marques, José Gonçalves Moreira Filho, Jose Neto Andrade, Laércia Ferreira Martins, Felipe Dal-Pizzol, Lanese Figueirêdo, Leila Rezegue, Leonardo Tcherniacovsk, Leone Oliveira Ferraz, L O Cavalcante, L.F.D. Rabelo, Lilian Miilher, Lisiane Garcia, Luana Alves Tannous, Ludhmila Abrahão Hajjar, Fernando A. Bozza, Luís Eduardo Miranda Paciência, Luiz Alves da Silva Cruz Neto, M V Bley, Marcelo Augusto Cavalcanti de SOUSA, Marcelo Lourencini Puga, Marcelo Luz Pereira Romano, Marciano S. Nóbrega, Márcio Antônio Arbex, Márcio Leite Rodrigues, Márcio Osório Guerreiro, Jorge I. Salluh, Marcone Oliveira Rocha, Maria Angela Pangoni Alves, Maria Doroti Rosa, Mariza D’Ágostino Dias, M.A Martins, Mirella Chrispim Cerqueira de Oliveira, Miriane Melo Silveira Moretti, Mirna Matsui, Octavio Messender, Orlando Luís de Andrade Santarém, Glauco Adrieno Westphal, Patricio Júnior Henrique da Silveira, Paula Frizera Vassallo, Paulo Antoniazzi, Paulo César Gottardo, Paulo César Correia, Paulo Roberto dos Santos Ferreira, Paulo Torres, Pedro Henrique Souza da; FALE-UFMG Silva, Rafael Foernges, Rafael Rodrigues de Sousa Gomes, Márcio Soares, Rafael de Almeida Moraes, Raimundo Nonato filho, Renato Luis Borba, Renato Vieira Gomes, Ricardo Luiz Cordioli, Ricardo Oliveira da Cunha Lima, Ricardo Pérez López, Ricardo Rath de Oliveira Gargioni, R Rosenblat, Roberta de Jesus Fernandes Gonçalves de Souza, Murillo Santucci César de Assunção, Roberto Borba de Almeida, Roberto Camargo Narciso, Roberto de Marco, Roberto Waltrick, Rodrigo Biondi, Rodrigo Alexandre de Figueiredo, Rodrigo Santana Dutra, Roseane Batista, Rouge Felipe, Rubens Sergio da Silva Franco, Thiago Costa Lisboa, Sandra Houly, Sara Socorro Faria, Sérgio Felix Pinto, Sérgio Luzzi, Sergio Sant’ana, Sergio Sonego Fernandes, Sergio Seiji Yamada, Sérgio Zajac, Sidiner Mesquita Vaz, Silvia Aparecida Bezerra Bezerra, Suzana M Lobo, Tatiana Bueno Tardivo Farhat
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Le résumé fourni par la source
Objetivo: Descrever as práticas de ressuscitação volêmica em unidades de terapia intensiva brasileiras e comparálas com as de outros países participantes do estudo Fluid-TRIPS. Métodos: Este foi um estudo observacional transversal, prospectivo e internacional, de uma amostra de conveniência de unidades de terapia intensiva de 27 países (inclusive o Brasil), com utilização da base de dados Fluid-TRIPS compilada em 2014. Descrevemos os padrões de ressuscitação volêmica utilizados no Brasil em comparação com os de outros países e identificamos os fatores associados com a escolha dos fluidos. Resultados: No dia do estudo, foram incluídos 3.214 pacientes do Brasil e 3.493 pacientes de outros países, dos quais, respectivamente, 16,1% e 26,8% (p < 0,001) receberam fluidos. A principal indicação para ressuscitação volêmica foi comprometimento da perfusão e/ou baixo débito cardíaco (Brasil 71,7% versus outros países 56,4%; p < 0,001). No Brasil, a percentagem de pacientes que receberam soluções cristaloides foi mais elevada Resuscitation fluid practices in Brazilian intensive care units: a secondary analysis of Fluid-TRIPS RESUMO (97,7% versus 76,8%; p < 0,001), e solução de cloreto de sódio a 0,9% foi o cristaloide mais comumente utilizado (62,5% versus 27,1%; p < 0,001). A análise multivariada sugeriu que os níveis de albumina se associaram com o uso tanto de cristaloides quanto de coloides, enquanto o tipo de prescritor dos fluidos se associou apenas com o uso de cristaloides. Conclusão: Nossos resultados sugerem que cristaloides são usados mais frequentemente do que coloides para ressuscitação no Brasil, e essa discrepância, em termos de frequências, é mais elevada do que em outros países. A solução de cloreto de sódio 0,9% foi o cristaloide mais frequentemente prescrito. Os níveis de albumina sérica e o tipo de prescritor de fluidos foram os fatores associados com a escolha de cristaloides ou coloides para a prescrição de fluidos.
Ce résumé expose les affirmations des auteurs. BNTIC ne l’interprète pas comme une validation indépendante des résultats.
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