Método de validação para kits de detecção de sangue oculto nas fezes
Le résumé fourni par la source
Objetivo: O exame de detecção de sangue oculto nas fezes é utilizado como teste de triagem por ser um exame simples e não invasivo. O teste avalia lesões sangrantes da mucosa das porções baixas do trato digestivo, podendo ser derivadas de processos inflamatórios de mucosa, pólipos ou câncer colorretal. É importante que o teste detecte como positivo apenas amostras que tenham concentração de hemoglobina acima do nível fisiológico de perda, ou seja, maior ou igual a 50 ng/mL, e ao mesmo tempo não seja negativo em amostras com essa concentração de hemoglobina. Método: Foi testado um kit imunocromatográfico, com anticorpo monoclonal específico contra hemoglobina humana. Para a validação dos níveis de detecção do teste, foi utilizada uma amostra de sangue processada no setor de hematologia, com base no valor da hemoglobina de 12,3 g/dL. Essa amostra foi diluída até atingir as concentrações de 200, 100, 50 e 25 ng/mL. Os resultados foram positivos para as concentrações de 200, 100 e 50 ng/mL e negativo para 25 ng/mL. Isso garantiu que não houve resultados falso-positivos, nem falso-negativos. Conclusão: A utilização da diluição do sangue total, com valor de hemoglobina conhecido, mostrou-se adequada para garantir os valores de cut-off no teste de pesquisa de sangue oculto nas fezes, evitando resultados falso-positivos que gerariam a necessidade de exames mais invasivos, como a colonoscopia, e falso-negativos, que poderiam deixar passar um possível câncer colorretal.
Ce résumé expose les affirmations des auteurs. BNTIC ne l’interprète pas comme une validation indépendante des résultats.
Le contrôle bibliographique ouvert
DOI retrouvé dans Crossref DOI retrouvé ; titre concordant.
- Titre Crossref
- Método de validação para kits de detecção de sangue oculto nas fezes
- Date Crossref
- 01/01/2024
- Éditeur
- Zeppelini Editorial e Comunicação
- Type
- proceedings-article
Ce recoupement confirme des métadonnées liées au DOI. Il ne confirme ni la méthode ni les conclusions de l’étude, et il ne compte pas comme une seconde source scientifique indépendante.