Isolamento social, desigualdades de gênero e a saúde mental de profissionais da saúde durante a pandemia COVID-19
Rattachement africain : br, es. Niveau de preuve : code pays fourni par la source.
Le résumé fourni par la source
Este estudo objetiva analisar em que medida o isolamento social no início da pandemia COVID-19, afetou a vida de profissionais de saúde, quando necessitaram manter atividades presenciais nas instituições de saúde e responsabilidades com a família na vida privada. Estudo misto realizado a partir de um websurvey, com questionário online semi-estruturado, aplicado a 155 profissionais que permaneceram na linha de frente de combate à pandemia. O grupo foi composto por profissionais de nível superior, sendo 93,5% mulheres, 76,8% entre 25 a 49 anos, 59,4% de cor branca autodeclarada, 74,2% casadas ou em união estável, 75,5% com até dois filhos em idade escolar, 41,3% de religião católica, 68,4% com vínculo estatutário e 91,6% com pós-graduação. Durante o início da pandemia, a necessidade de isolamento social afetou a vida destes profissionais de saúde de modo contraditório, desigual e diferenciado. Quando parte da população vivenciava o isolamento social, principalmente as mulheres necessitaram acumular trabalhos remunerados presenciais no enfrentamento da pandemia e atividades de cuidado da família. Assim, a permanência nas atividades de trabalho na esfera pública e na vida privada gerava sobrecarga diante do déficit da rede de apoio, cujas tensões e conflitos perpassavam o medo de contaminação de si e da família.
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Le contrôle bibliographique ouvert
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- Titre Crossref
- Isolamento social, desigualdades de gênero e a saúde mental de profissionais da saúde durante a pandemia COVID-19
- Date Crossref
- 08/03/2024
- Éditeur
- South Florida Publishing LLC
- Type
- journal-article
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Les institutions déclarées
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